segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Confissão

Me aperto, grito e cavo um buraco.
As vezes, me escondo.... Finjo não sentir nada
Permaneço, com classe, sobre meu par de salto alto.
A luz baixa ajuda o momento, sorrir por dentro.
Alucinar.
Só eu vejo, alguns acham que enxergam... Mas é só meu.
Um momento e me DERRETO.
Continuo
Séria, com pudor, como minha mãe me ensinou.
Mais um drink por favor!
E o tempo, ingrato, corre, assim como meu sangue
Louco em minhas veias... Coração.
É pra ser desse jeito, e eu, aceito!
Contentamento parece um saco, mas quando não há o que fazer
É bem vindo.
E sumindo na fumaça, vai.
E na hora de ir embora, vou, o gosto fica.
O abraço, fica.
O perfume, fica.
E o sorriso, ah, esse sorriso, rs
Vai durar uma eternidade!