sábado, 2 de fevereiro de 2013

Volta o cão arrependido...

Já perdi a conta de quantas vezes me arrependi, acho que nessa vida, vim pra isso, vim para me arrepender. É triste não ter dedos para contar os arrependimento e precisar de apenas um para ter algo de que se orgulhar. Não sei o que fazer, rs.
A pessoa que eu mais admiro na vida, é meu irmão Daniel, é incrível como ele sempre acerta, pelo menos ao meu respeito, ele nunca erra, nunca errou.É difícil ter que aceitar certas coisas a seu próprio respeito como: Não ser boa o suficiente para certo cargo, ter o dedo podre para homens, ou, deixar o que realmente vale a pena ir embora por um amor adolescente que não vai dar em nada nunca, aceitar que sou como o Daniel diz, uma adolescente incorrigível, aceitar que não sou o que penso ou aparento ser.
Fico me perguntando, quando eu vou acertar? Quando vou fazer algo bom de verdade?
A vida não tem sido muito legal comigo, ou eu que não tô sabendo viver mesmo, ou os dois, rs. E nessas horas o destino é algo bem confortável, pensar que isso é inevitável e que independente de decisão vai ser essa merda mesmo, me deixa menos desesperada. Talvez eu esteja tentando as coisas erradas, tenho uma incrível vontade de passar uma semana na fazenda Nova Gokula e uma incrível falta de coragem também, tenho uma incrível vontade de fazer minha tatuagem e um incrível medo da dor também, tenho um incrível desejo de comprar uma espada samurai e cortar umas cabeças fora e um incrível medo da cadeia também! No fim, quero fazer tudo e não faço nada, e o que decido fazer dá em merda. Já perdi a conta de quantas vezes me arrependi, mas sei onde comecei a errar, foda é parar.